Prefácio: O desejo sexual foi, depois de alguns autores como Freud, cientificado demais. De tal forma que perdemos o elemento humano na análise do mesmo. O sexo para o autor, tem uma decência, mas para entendê-la necessitamos entender a indecência.…
50 min de leitura17 seções8 exercíciosCompleto estado
Prefácio: O desejo sexual foi, depois de alguns autores como Freud, cientificado demais. De tal forma que perdemos o elemento humano na análise do mesmo. O sexo para o autor, tem uma decência, mas para entendê-la necessitamos entender a indecência. Capítulo 1 – O Problema Autores como Platão e poste
Ideias-chave
01
Visão geral
Prefácio: O desejo sexual foi, depois de alguns autores como Freud, cientificado demais. De tal forma que perdemos o elemento humano na análise do mesmo. O sexo para o autor, tem uma decência, mas para entendê-la necessitamos entender a indecência.
02
Capítulo 1 – O Problema
Autores como Platão e posteriores como São Thomas de Aquino acreditavam que o desejo sexual era apenas um impulso, que fugia do amor racional e, para eles correto. Dai surge o amor platônico que é apenas a sensação erótica mas não instintiva. Para o autor isto
03
Capítulo 2 – Excitação
O fenômeno para seres racionais tem camadas de significado totalmente diferentes dos outros animais. Não podemos entendê-la apenas como um processo mecânico hormonal e reprodutivo. Podemos começar percebendo essas camadas no ato do beijo. Ele induz excitação m
04
Capítulo 3 – Pessoas
Para poder argumentar que o desejo sexual é algo presente apenas em pessoas o autor precisa definir o que é pessoa. Para ele um animal não é uma pessoa, por consequência ele não tem desejo. Mas o animal é um ser paradigmático, onde pode nos servir de laboratór
Leituras complementares
Três caminhos para continuar.
As recomendações priorizam relações editoriais revisadas. Quando elas ainda não existem, usam de forma explícita o mesmo autor ou tema — sem fingir uma conexão semântica.
Outra obra de Roger Scruton para comparar argumentos e recorrências.