Hans-Hermann HoppeEstudos da Economia e da Ética da Propriedade Privada em Economia Politica e Filosofia8 exercícios · recordação ativa

Resumo de livro

Estudos da Economia e da Ética da Propriedade Privada em Economia Politica e Filosofia

por Hans-Hermann Hoppe

Parte 1 - Economia Capítulo 1 - Falacia da Teoria dos Bens Públicos e a Produção de Segurança Desde o século XIX filósofos como Molinari já indicavam a importância da segurança ser um bem oferecido no livre mercado, em vez do usual imposição do estado.…

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Parte 1 - Economia Capítulo 1 - Falacia da Teoria dos Bens Públicos e a Produção de Segurança Desde o século XIX filósofos como Molinari já indicavam a importância da segurança ser um bem oferecido no livre mercado, em vez do usual imposição do estado. O autor se propõe a explicar que a segurança é

Ideias-chave

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Capítulo 1 - Falacia da Teoria dos Bens Públicos e a Produção de Segurança

Desde o século XIX filósofos como Molinari já indicavam a importância da segurança ser um bem oferecido no livre mercado, em vez do usual imposição do estado. O autor se propõe a explicar que a segurança é um bem como outro qualquer no mercado, de tal forma qu

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CAPÍTULO 2 - A ECONOMIA E A SOCIOLOGIA DA TAXAÇÃO

Será respondido de forma praxiológica os efeitos da taxação e o porque eles são aceitos, mesmo sendo nocivos. Normalmente quando se estuda a taxação, não se cita explicitamente o que ela é. Para Say, é um ataque a produção e a propriedade, por mais que se troq

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CAPÍTULO 3 - BANCOS, ESTADOS NAÇÃO E POLITICAS INTERNACIONAIS: A RECONSTRUÇÃO SOCIOLÓGICA DA PRESENTE ORDEM ECONÔMICA

As pessoas sempre preferem uma situação melhor, ou seja, mais lucrativa, do que uma menos lucrativa. Por consequência, a economia de mercado, e não de escambo, é a melhor solução, pois ignora a necessidade de dupla coincidência de vontades (que a pessoa que se

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II - O estado e a monopolização do dinheiro e bancos

Ao contrário da demanda por mais riqueza, o estado depreda o dinheiro indo contra a lógica do mercado, de produtividade demanda e competição. Ele não compete pois age com coerção contra seus competidores em qualquer área que o estado efetua suas ações, pois co