Parte 1 - Economia Capítulo 1 - Falacia da Teoria dos Bens Públicos e a Produção de Segurança Desde o século XIX filósofos como Molinari já indicavam a importância da segurança ser um bem oferecido no livre mercado, em vez do usual imposição do estado.…
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Parte 1 - Economia Capítulo 1 - Falacia da Teoria dos Bens Públicos e a Produção de Segurança Desde o século XIX filósofos como Molinari já indicavam a importância da segurança ser um bem oferecido no livre mercado, em vez do usual imposição do estado. O autor se propõe a explicar que a segurança é
Ideias-chave
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Capítulo 1 - Falacia da Teoria dos Bens Públicos e a Produção de Segurança
Desde o século XIX filósofos como Molinari já indicavam a importância da segurança ser um bem oferecido no livre mercado, em vez do usual imposição do estado. O autor se propõe a explicar que a segurança é um bem como outro qualquer no mercado, de tal forma qu
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CAPÍTULO 2 - A ECONOMIA E A SOCIOLOGIA DA TAXAÇÃO
Será respondido de forma praxiológica os efeitos da taxação e o porque eles são aceitos, mesmo sendo nocivos. Normalmente quando se estuda a taxação, não se cita explicitamente o que ela é. Para Say, é um ataque a produção e a propriedade, por mais que se troq
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CAPÍTULO 3 - BANCOS, ESTADOS NAÇÃO E POLITICAS INTERNACIONAIS: A RECONSTRUÇÃO SOCIOLÓGICA DA PRESENTE ORDEM ECONÔMICA
As pessoas sempre preferem uma situação melhor, ou seja, mais lucrativa, do que uma menos lucrativa. Por consequência, a economia de mercado, e não de escambo, é a melhor solução, pois ignora a necessidade de dupla coincidência de vontades (que a pessoa que se
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II - O estado e a monopolização do dinheiro e bancos
Ao contrário da demanda por mais riqueza, o estado depreda o dinheiro indo contra a lógica do mercado, de produtividade demanda e competição. Ele não compete pois age com coerção contra seus competidores em qualquer área que o estado efetua suas ações, pois co
Leituras complementares
Três caminhos para continuar.
As recomendações priorizam relações editoriais revisadas. Quando elas ainda não existem, usam de forma explícita o mesmo autor ou tema — sem fingir uma conexão semântica.
Outra obra de Hans-Hermann Hoppe para comparar argumentos e recorrências.