Capítulo 1 - A vista de lugar nenhum Para entender Deus, podemos usar diversos artifícios, mesmo os ateístas podem dar uma pista pois, por mais que não acreditem em Deus, há algo em seu modo de viver que tenta escapar do "julgamento" que está associado a ideia de um deus. Para ateus como Dawkins, somos apenas maquinas de sobrevivência.…
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Capítulo 1 - A vista de lugar nenhum Para entender Deus, podemos usar diversos artifícios, mesmo os ateístas podem dar uma pista pois, por mais que não acreditem em Deus, há algo em seu modo de viver que tenta escapar do "julgamento" que está associado a ideia de um deus. Para ateus como Dawkins, so
Ideias-chave
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Capítulo 1 - A vista de lugar nenhum
Para entender Deus, podemos usar diversos artifícios, mesmo os ateístas podem dar uma pista pois, por mais que não acreditem em Deus, há algo em seu modo de viver que tenta escapar do "julgamento" que está associado a ideia de um deus. Para ateus como Dawkins,
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Capítulo 2 - A perspectiva de lugar algum
Onde Deus está e como podemos encontrá-lo? A resposta envolverá os três termos metafísicos essenciais “eu”, "você" e "por quê?". Para tentar encontrarmos Deus, primeiramente podemos perceber a dificuldade que é encontrar o "eu". Para alguns antropólogos, os se
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Capítulo 3 - Onde estou?
Deus, quando teve seu nome perguntado por Moisés, se referiu a ele mesmo como “Eu sou aquele que é”. Ou seja, em termos filosóficos, Deus se identifica como uma pessoa. Se torna um ser responsável, em especial perante aqueles que aceitam seus termos. O Deus da
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Capítulo 4 - O rosto da pessoa
Moisés foi proibido de ver o rosto de Deus. Mas o que seria esse rosto. Para compreendê-lo, será feito como no capítulo anterior, e começar a análise pelo rosto humano. Diferente dos animais, o rosto humano entrega mais do que apenas aspectos físicos. Quando o
Leituras complementares
Três caminhos para continuar.
As recomendações priorizam relações editoriais revisadas. Quando elas ainda não existem, usam de forma explícita o mesmo autor ou tema — sem fingir uma conexão semântica.
Outra obra de Roger Scruton para comparar argumentos e recorrências.